quarta-feira, 23 de julho de 2008

Mãe.

Aquarela s/ papel.

União


Aquarela. s/ papel.

Essas Lanternas fazem parte de uma série de 9 sendo que 3 delas estarão expostas, agora em agosto de 2008 na Quadrernal de Aquarela de S.P.

A liberdade.

Aquarela s/ papel.



As lanternas vermelhas. A transparência e a beleza das cores nesse filme não passa desapercebido. O diretor trabalhou com a transparência das cores inclusive para indicar o quanto a submissão do feminino, no oriente, naquele período, era indiscutível e desnudava a alma feminina.
A Partir daí ele relata a história de uma maneira visceral e logo o carater das mulheres envolvidas na trama fica exposto. O masculino dentro dessa sociedade é machista e escraviza o feminino em proveito próprio, por sua vez o feminino mostra também o seu lado machista para dominar.
A protagonista logo demonstra sua insatisfação pela falta de amor, dentro de um ambiente onde não pode existir contestação e são as cores mais uma vez que relatam delicadamente, a dor.
Um filme lindo, interessante, delicado, onde as cores lideram a beleza das cenas.

É assim que acontece com o artista ele pode ser tocado, por um filme, por uma conversa, por uma música ou por uma poesia.

Exercício

AQUARELA S/ PAPEL

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Aquarela

Aquarelas/ papel.

Exercício

Aquarela s/ Papel.



Exercíçio c/ modelo vivo.

Aquarela s/ Papel.
Estudo com manequim ao vivo.

Estudo com manequim ao vivo.

Aquarela.

Onírico, fantasia em aquarela.

Lembranças

Tinta Acrilica.


Esse trabalho tem 40 anos mais ou menos e foi o primeiro em tela grande que me atrevi a fazer, ainda eu não tinha feito nenhum curso e estudava por minha conta e risco fazendo cópias de revistas. Por esses dias eu restaurei esse trabalho e aproveitei para fotografá-lo. Boas lembranças.

quarta-feira, 9 de julho de 2008